segunda-feira, 26 de março de 2012

PORTAL R7 ANTECIPA NOMES DOS FINALISTAS DO TUF BRASIL E CAUSA INDIGNAÇÃO ---- DP 10.

março 26, 2012

A primeira edição brasileira do The Ultimate Fighter, reality-show do UFC, começou oficialmente no domingo – com a exibição do primeiro programa na TV Globo. Mas quatro finalistas do programa, que foi gravado nos últimos meses, estavam definidos desde o início de março, o que demandava um cuidado extremo dos organizadores para que os nomes dos finalistas não “vazassem”.

Mas, um dia depois do primeiro episódio, o portal R7, da TV Record, divulgou os nomes de quatro lutadores. Segundo o site, os dois finalistas do peso médio são Daniel Sarafian e Cezar Mutante Ferreira; nos penas, Rony Jason Mariano e Godofredo Pepey lutarão por um contrato com a maior organização de MMA do mundo.

A informação sobre os nomes dos quatro finalistas do TUF Brasil surge no mesmo dia em que o UFC confirmou data e local do evento. O UFC 147 terá como principal luta ao revanche entre Anderson Silva e Chael Sonnen, além do combate de Vitor Belfort e Wanderlei Silva, os dois treinadores da casa do TUF.

Os vencedores de cada categoria do TUF ganham um contrato com o UFC. Em suas edições nos EUA, o reality-show revelou campeões como Forrest Griffin e Rashad Evans.

O MMA Space respeita o R7 e considera suas matérias, porém, crê que a atitude de tal, foi muito infeliz, prejudicando milhares de leitores que acompanharão o reality show da emissora concorrente. Inclusive a nós mesmos que agora sabemos os lutadores presentes nas quartas de final:(

É igual chegar na fila do cinema  e dizer… “O mocinho morre no final”.

(PORTAL MMA SPACE E PORTAL ESPN)

(ESPN)

 

Re: As Recepcionistas de alguns Médicos devem...

OoOohhhh,,,, big....BIG SMILE !

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LEA T. FAZ OPERAÇÃO DE MUDANÇA DE SEXO NA TAILÂNDIA ----- DP 10.

março 26, 2012

A modelo transexual Lea T já pode se considerar uma mulher. Segundo a coluna “Olá”, do jornal “Agora” deste sábado, 24, a filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo – nascida Leandro Cerezo – realizou sua tão sonhada operação de mudança de sexo há três semanas na Tailândia.

Ainda de acordo com o jornal, a agência de Lea em Milão e no Brasil disseram desconhecer a cirurgia que a transformou em mulher.

(PORTAL EGO)

 

PORTAL R7 ANTECIPA NOMES DOS FINALISTAS DO TUF BRASIL E CAUSA INDIGNAÇÃO

março 26, 2012

A primeira edição brasileira do The Ultimate Fighter, reality-show do UFC, começou oficialmente no domingo – com a exibição do primeiro programa na TV Globo. Mas quatro finalistas do programa, que foi gravado nos últimos meses, estavam definidos desde o início de março, o que demandava um cuidado extremo dos organizadores para que os nomes dos finalistas não “vazassem”.

Mas, um dia depois do primeiro episódio, o portal R7, da TV Record, divulgou os nomes de quatro lutadores. Segundo o site, os dois finalistas do peso médio são Daniel Sarafian e Cezar Mutante Ferreira; nos penas, Rony Jason Mariano e Godofredo Pepey lutarão por um contrato com a maior organização de MMA do mundo.

A informação sobre os nomes dos quatro finalistas do TUF Brasil surge no mesmo dia em que o UFC confirmou data e local do evento. O UFC 147 terá como principal luta ao revanche entre Anderson Silva e Chael Sonnen, além do combate de Vitor Belfort e Wanderlei Silva, os dois treinadores da casa do TUF.

Os vencedores de cada categoria do TUF ganham um contrato com o UFC. Em suas edições nos EUA, o reality-show revelou campeões como Forrest Griffin e Rashad Evans.

O MMA Space respeita o R7 e considera suas matérias, porém, crê que a atitude de tal, foi muito infeliz, prejudicando milhares de leitores que acompanharão o reality show da emissora concorrente. Inclusive a nós mesmos que agora sabemos os lutadores presentes nas quartas de final:(

É igual chegar na fila do cinema  e dizer… “O mocinho morre no final”.

(PORTAL MMA SPACE E PORTAL ESPN)

(ESPN)

 

Re: As Recepcionistas de alguns Médicos devem...

 

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LUMA ANDRADE: PRIMEIRA TRAVESTI A FAZER DOUTORADO NO BRASIL DEFENDE TESE SOBRE DISCRIMINAÇÃO

março 26, 2012

Luma, primeira travesti brasileira a defender uma tese de doutorado

Luma Andrade descreve o preconceito sofrido por travestis na rede pública de ensino e aponta lacunas na formação de professores; defesa será em julho

Daniel Aderaldo, iG Ceará |

Antes de se tornar supervisora regional de 26 escolas públicas e ingressar no doutorado em Educação da Universidade Federal do Ceará (UFC), Luma Andrade assinou o nome João por 30 anos, foi rejeitada pelos pais na infância, discriminada na escola e, mais tarde, no trabalho. 

Na tese de quase 400 páginas que irá defender em três meses, a primeira travesti a cursar um doutorado no Brasil relata a discriminação sofrida por pessoas como ela na rede pública de ensino. Ela também aponta lacunas na formação dos professores.

Criança nos anos de 1970, no município de Morada Nova, a 170 quilômetros de Fortaleza, o único filho homem de um casal de agricultores, era João, mas já se sentia Luma. Em casa, escondia-se para evitar ser confrontada. Na escola, apanhava dos meninos por querer parecer uma menina. Em uma das vezes que foi espancada, aos nove anos, queixou-se com a professora e, ao invés de apoio, ouviu que tinha culpa por ser daquele jeito. 

Mais tarde, já com cabelos longos e roupa feminina, sofria de segunda a sexta-feira na chamada dos alunos, ao ser tratada pelo nome de batismo. Não se reconhecia no uniforme masculino que era obrigada a usar. Evitava ao máximo usar o banheiro. Aturava em silêncio as piadas que os colegas insistiam em fazer. “Se a travesti não se sujeitar e resistir, acaba sucumbindo”, lamenta.

Luma se concentrou nos estudos e evitou os confrontos. “Tem momento que a gente quer desistir. Eu não ia ao banheiro urinar, porque eu queria usar o feminino, mas não podia. Então eu me continha e, às vezes, era insuportável”, relembra. Mas ela concluiu o ensino médio e, aos 18 anos, entrou na universidade. Quando se formou aos 22, já dava aulas e resolveu assumir a homossexualidade. Quando contou que tinha um namorado, foi expulsa de casa.

Em 2003, já com o título de mestre, prestou concurso para lecionar biologia. Eram quatro vagas para uma escola estadual do município de Aracati, a 153 quilômetros de Fortaleza. Apenas ela passou. Contudo, o diretor da escola não a aceitou. Luma pediu a intervenção da Secretaria de Educação do Estado e conseguiu assumir o posto. 

“Eu não era tida como um bom exemplo”. Durante o período de estágio probatório, tentaram sabotar sua permanência na escola. “Uma coordenadora denunciou que eu estava mostrando os seios para os alunos na aula”. Luma havia acabado de fazer o implante de proteses de silicone. “Eu já previa isso e passei a usar bata para me proteger, esconder. Eu tinha certeza que isso ia acontecer”. 

Anos depois, Luma assumiu um cargo na Coordenadoria Regional de Desenvolvimento de Educação de Russas, justamente a região onde nasceu. Como supervisora das escolas estaduais de diversos municípios, passou a interceder em casos de agressões semelhantes ao que ela viveu quando era estudante. 

“Uma diretora de escola fez uma lista de alunos que, para ela, eram homossexuais. E aí mandou chamar os pais, pedindo para que eles tomassem providências”. A providência, segundo ela, foi “muito surra”. “O primeiro que foi espancado me procurou”, lembra. Luma procurou a escola. Todos os gestores e professores passaram por uma capacitação para aprender como lidar com a sexualidade dos estudantes.

Um ano depois, em 2008, Luma se tornou a primeira travesti a ingressar em um doutorado no Brasil. Ela começou a pesquisar a situação de travestis que estudam na rede pública de ensino e constatou que o caso da diretora que levou um aluno a ser espancado pelos pais e todas as outras agressões sofridas por homossexuais tinham mesma a origem.

“Comecei o levantamento das travestis nas escolas públicas. Eu pedia para que os gestores informassem. Quando ia averiguar a existência real do travesti, os diretores diziam: ‘tem aquele ali, mas não é assumido’. Percebi que estavam falando de gays”, relata. 

A partir desse contato, Luma trata em sua tese de que as travestis não podem esboçar reações a ataques homofóbicos para concluir os estudos. 

Mas também sugere que os cursos de graduação em licenciatura formem profissionais mais preparados não apenas para tratar da homossexualidade no currículo escolar, mas também como lidar com as especificidades de cada pessoa e fazer da escola um lugar sem preconceitos. 

“Cada pessoa tem uma forma de viver. Conforme ela se apresenta, vai se comunicar e interagir. O gay tem uma forma de interagir diferente de uma travesti ou de uma transexual. O não reconhecimento dessas singularidades provoca uma padronização. A ideia de que todo mundo é ‘veado’”. 

A tese de Luma já passou por duas qualificações. Ela está em fase final, corrigindo alguns detalhes e vai defendê-la em julho, na UFC, em Fortaleza. 

(ATHO GLS)

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